Control Resonant começou sua passagem pela crítica especializada com 86 pontos no Metacritic nesta sexta-feira, 18 de setembro de 2026. As primeiras análises colocam a sequência da Remedy entre os lançamentos mais bem avaliados do mês, com elogios recorrentes ao combate corpo a corpo, à direção de arte e à Manhattan distorcida criada para a nova aventura de Dylan Faden.
A recepção, porém, não é uniforme. Enquanto veículos como Omelete, PCMag Middle East, Giant Bomb e GameBlast publicaram avaliações muito positivas, outras análises chamam atenção para repetição nos confrontos, profundidade menor que a esperada nos sistemas de RPG e irregularidades no ritmo da campanha.
O número do Metacritic deve ser tratado como uma fotografia da manhã de 18 de setembro. Como novas análises continuam sendo adicionadas ao agregador, a média pode subir ou cair nos próximos dias.
O embargo das reviews caiu seis dias antes do lançamento oficial. Control Resonant chega digitalmente em 24 de setembro para PS5, Xbox Series X|S e PC. No PlayStation 5, compradores da Digital Deluxe Edition podem começar dois dias antes.

Qual é a nota de Control Resonant no Metacritic?
Na manhã de 18 de setembro, Control Resonant aparecia com 86 pontos no Metacritic. O OpenCritic também registrava média próxima de 86 durante a primeira leva de análises, com ampla maioria das críticas recomendando o jogo.
O resultado inicial indica uma recepção significativamente positiva para uma sequência que muda vários dos pilares do primeiro Control. Jesse Faden deixa de ser a protagonista, o foco em armas de fogo dá lugar a um sistema baseado principalmente em combate corpo a corpo e Manhattan substitui a Antiga Casa como principal espaço de exploração.
O Overdrive já havia analisado essas mudanças ao reunir sete motivos que poderiam transformar Control Resonant em um dos projetos mais ambiciosos da Remedy. As primeiras reviews mostram que justamente a disposição do estúdio em mudar a fórmula está entre os pontos mais discutidos pela crítica.
O que a IGN achou de Control Resonant?
A análise conduzida por Michael Higham para a IGN vê o novo sistema de ação como uma base sólida. O crítico destaca a resposta dos controles e o estilo dos confrontos, mas considera que o combate perde parte do impacto conforme a campanha avança.
Outro ponto levantado é a profundidade dos elementos de RPG. Segundo a avaliação, os sistemas não chegam a ser tão complexos quanto a quantidade de atributos e opções inicialmente sugere.
Em contrapartida, o grande destaque fica para o mundo criado pela Remedy. A review considera a Manhattan paranatural um dos ambientes mais inventivos produzidos recentemente pelo estúdio e elogia os momentos de narrativa responsáveis por desenvolver Dylan além dos acontecimentos sobrenaturais ao seu redor.
Esse contraste resume parte da recepção geral: Control Resonant parece conquistar mais consenso por seu mundo, personagens e direção artística do que pela profundidade de todos os seus sistemas de combate e RPG.
Omelete dá nota máxima para Control Resonant
No Brasil, o Omelete atribuiu 100/100 ao jogo. A análise descreve Control Resonant como o resultado de uma Remedy disposta a correr riscos e elogia principalmente a capacidade do estúdio de transformar a sequência em algo diferente do primeiro Control.
A publicação destaca a combinação de ideias estranhas, inventividade e diversão, considerando o resultado um dos trabalhos mais ousados da desenvolvedora.
A recepção positiva é coerente com as primeiras impressões publicadas pelo próprio veículo durante o Summer Game Fest. Na ocasião, o combate de Dylan já havia sido apontado como ágil e variado, principalmente pela possibilidade de alternar rapidamente entre habilidades e diferentes formas da Aberrante.
Giant Bomb dá 4,5 de 5
A Giant Bomb avaliou Control Resonant com 4,5 de 5 estrelas. Jesse Vitelli descreve a sequência como um projeto propositalmente caótico e ressalta a capacidade da Remedy de continuar produzindo experiências estranhas mesmo ao trabalhar em uma estrutura maior.
O comentário reforça uma característica presente em praticamente toda a cobertura do jogo: mesmo com a mudança para um RPG de ação e a expansão para Manhattan, Control Resonant continua sendo facilmente reconhecível como uma produção da Remedy.
O Overdrive publicou um resumo completo da história de Control antes de Control Resonant, especialmente útil porque Dylan e Jesse trocam de posição narrativa na sequência.
PCMag Middle East dá nota máxima
A PCMag Middle East também ficou entre as avaliações mais entusiasmadas, atribuindo 5 de 5.
A crítica elogia a decisão de não simplesmente recriar o primeiro Control. A mudança para combates rápidos de curta distância, o foco maior no desenvolvimento de Dylan e o trabalho de direção artística e musical aparecem entre os principais argumentos utilizados para justificar a nota.
A publicação coloca o jogo entre suas experiências de ação mais marcantes de 2026.

GameBlast elogia Manhattan e combate, mas aponta repetição
O brasileiro GameBlast deu nota 9/10. A publicação considera que a sequência entende os elementos que ajudaram Control a se destacar e consegue expandi-los através da nova Manhattan, das alterações de gravidade e do ritmo mais ágil das batalhas.
A análise também traz ressalvas importantes. A repetição de inimigos, determinadas limitações na personalização e algumas atividades consideradas menos inspiradas impedem que o jogo alcance todo o potencial percebido pelo crítico.
É uma avaliação que ajuda a explicar por que Control Resonant está recebendo notas altas, mas não apresenta consenso absoluto. Parte da imprensa abraçou a mudança para o combate corpo a corpo; outros críticos consideram que o sistema perde variedade após muitas horas.
Console Creatures considera Control Resonant uma forte sequência
A Console Creatures deu 9/10 e destaca principalmente a transformação de Manhattan em um grande playground sobrenatural.
Para a publicação, a sequência consegue ampliar a escala de Control sem abandonar sua identidade. Essa expansão inclui zonas maiores, exploração menos linear, anomalias gravitacionais e os Resonants, criaturas que funcionam como alguns dos principais chefes do jogo.
O Overdrive já mostrou como os chefes opcionais e o sistema de respec funcionam em Control Resonant.
Nem todas as reviews foram positivas
Apesar da média de 86, existem avaliações consideravelmente mais críticas.
A Cubed3, por exemplo, atribuiu 6/10. A publicação reconhece os méritos técnicos, a qualidade visual, os personagens e as seções de plataforma, mas considera que o combate se torna repetitivo demais para um jogo que depende tanto das batalhas.
Essa é a principal crítica que aparece nas avaliações menos entusiasmadas: a frequência dos confrontos pode expor limitações de variedade ao longo de uma campanha extensa.
Também surgem ressalvas sobre sistemas de RPG que parecem mais complexos na interface do que em seu impacto real durante determinados momentos da campanha.
Principais notas de Control Resonant
| Veículo | Nota | Principal avaliação |
|---|---|---|
| Omelete | 100/100 | Ousadia, inventividade e identidade da Remedy |
| PCMag Middle East | 5/5 | Combate, narrativa, arte e trilha sonora |
| Giant Bomb | 4,5/5 | Sequência ousada, estranha e autoral |
| GameBlast | 9/10 | Manhattan, gravidade e combate ágil |
| Console Creatures | 9/10 | Expansão bem-sucedida do universo de Control |
| Cultura Geek | 8/10 | Atmosfera e combate, com início mais repetitivo |
| Cubed3 | 6/10 | Elogia visual, mas critica repetição do combate |
As notas mostram uma variação relativamente grande, mas os pontos positivos também apresentam bastante consistência: direção artística, atmosfera, construção de mundo e a coragem de alterar a fórmula do primeiro jogo são citados repetidamente.
Combate corpo a corpo divide mais opiniões
A maior aposta de Control Resonant também é o elemento que mais divide os críticos.
Dylan não utiliza a Service Weapon de Jesse como principal ferramenta. Em vez dela, carrega a Aberrante, uma arma paranormal capaz de mudar de forma durante as batalhas. Entre as configurações mostradas pela Remedy estão um pesado martelo de duas mãos e lâminas rápidas.
O sistema foi projetado para manter Dylan em movimento constante. Não há defesa tradicional ou parry; esquivas, habilidades paranaturais e agressividade definem o ritmo das lutas.
As avaliações mais positivas consideram essa mudança uma evolução importante. Já algumas das reviews mais críticas apontam que o alto número de confrontos expõe repetição durante a segunda metade da campanha.
Quem quiser ver a estrutura antes de jogar pode conferir os 13 minutos de gameplay de Control Resonant analisados pelo Overdrive.
Manhattan é um dos pontos mais elogiados
Há mais consenso quando o assunto é ambientação.
Control Resonant leva o fenômeno paranormal da Antiga Casa para Manhattan. A cidade é dividida em grandes zonas distorcidas pelo Ruído, pelo Mofo e por diferentes manifestações que alteram arquitetura, gravidade e espaço.
A própria Remedy descreve Resonant como seu projeto de maior escala até hoje. As críticas reforçam que o aumento do mapa não eliminou completamente a identidade visual e surreal da série.
A presença das anomalias gravitacionais permite lutar e explorar paredes, tetos e ambientes que deixam de obedecer às regras convencionais de orientação. Isso aparece repetidamente entre os elementos elogiados pelas primeiras análises.

Control Resonant supera a nota do primeiro Control?
O primeiro Control foi recebido de forma positiva em 2019 e terminou com médias na faixa dos 80 pontos no Metacritic, dependendo da plataforma analisada.
Com 86 nesta primeira manhã de reviews, Control Resonant começa acima de algumas das médias registradas pelo antecessor. A comparação, entretanto, ainda é provisória porque novas críticas continuam chegando.
Também existe uma diferença estrutural importante. Control Resonant é um RPG de ação consideravelmente maior, enquanto o primeiro jogo tinha uma campanha mais concentrada dentro da Antiga Casa.
Quando Control Resonant será lançado?
Control Resonant será lançado digitalmente em 24 de setembro de 2026 para PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC. A versão de Mac chega posteriormente em 2026.
No PS5, a Digital Deluxe Edition inclui 48 horas de acesso antecipado. A mídia física foi adiada e chega em 15 de outubro para PS5 e Xbox Series X.
O Overdrive já detalhou o preload, tamanho do download e calendário das reviews de Control Resonant. Com o embargo agora encerrado, aquela matéria deve ser atualizada para direcionar o leitor a esta cobertura das notas.
O que as reviews indicam sobre Control Resonant?
A primeira rodada de análises mostra que a aposta da Remedy em transformar Control em um RPG de ação mais amplo não passou despercebida.
A crítica está especialmente receptiva à direção artística, ao mundo paranormal de Manhattan, à trilha sonora e à construção dos personagens. O combate recebe elogios pelo impacto e pela mobilidade, mas também aparece como a principal fonte de divergência entre as reviews.
Com 86 no Metacritic nesta primeira apuração, Control Resonant entra na semana de lançamento com recepção favorável. A média ainda deve oscilar conforme mais veículos publiquem suas análises.
Fontes
- Metacritic — agregação das primeiras reviews de Control Resonant.
- OpenCritic — média e índice de recomendação da crítica.
- IGN — review de Control Resonant por Michael Higham.
- Omelete — análise de Control Resonant.
- Giant Bomb — review de Jesse Vitelli.
- PCMag Middle East — review de Vincent Peter.
- GameBlast — análise de Farley Santos.
- Console Creatures — review de Bobby Pashalidis.
- Remedy Entertainment — informações oficiais do jogo.
- PlayStation — página oficial de Control Resonant.




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