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Googlebook entra em pré-venda hoje: veja horário, modelos e o que muda nos notebooks do Google

Nova categoria de notebooks combina tecnologias de Android e ChromeOS com Gemini Intelligence; Acer, ASUS, Dell, HP e Lenovo estão confirmadas na primeira geração

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Os primeiros Googlebooks entram em pré-venda nesta segunda-feira, 21 de setembro, a partir das 10h no horário de Brasília. A nova categoria de notebooks criada pelo Google coloca o Gemini no centro da experiência e será lançada inicialmente por Acer, ASUS, Dell, HP e Lenovo.

Há, porém, uma informação importante para quem está procurando preço ou pensando em comprar: até a manhã desta segunda-feira, o Google ainda não havia divulgado publicamente uma tabela completa com valores, configurações finais e disponibilidade de cada modelo por país. Esses dados devem começar a aparecer conforme as páginas de pré-venda forem liberadas.

O Googlebook também não é um único notebook fabricado pelo Google. A marca funciona como uma nova categoria de computadores premium construída em parceria com fabricantes tradicionais, com uma experiência que combina tecnologias de Android, ChromeOS e Gemini Intelligence.

O movimento amplia a presença do Gemini nos computadores. Recentemente, o Google também lançou um aplicativo oficial do Gemini para Windows 10 e Windows 11, enquanto no Android a empresa já iniciou a substituição do Google Assistente pelo Gemini.

Googlebook entra em pré-venda hoje: veja horário, modelos e o que muda nos notebooks do Google
A Glowbar será um dos elementos visuais usados para identificar os notebooks Googlebook. Imagem: Google/Divulgação

Que horas começa a pré-venda do Googlebook?

A pré-venda dos primeiros Googlebooks começa em 21 de setembro de 2026, às 9h no horário do leste dos Estados Unidos, segundo a comunicação enviada pelo Google a usuários cadastrados para receber novidades da plataforma e reproduzida pelo 9to5Google.

No Brasil, o horário corresponde a 10h de Brasília.

A abertura da pré-venda não significa, necessariamente, que todos os fabricantes vão disponibilizar seus modelos simultaneamente em todos os países. Também não há confirmação de que as primeiras unidades serão enviadas aos consumidores nesta segunda-feira.

Quanto custa um Googlebook?

O Google ainda não havia divulgado um preço oficial único para os Googlebooks até a manhã de 21 de setembro.

Isso acontece também porque não existe um único aparelho chamado Googlebook. Cada fabricante poderá oferecer seus próprios tamanhos de tela, processadores, memória, armazenamento e outros componentes.

Na prática, a pergunta relevante será quanto custa cada Googlebook específico de Acer, ASUS, Dell, HP ou Lenovo.

Valores encontrados antecipadamente em vazamentos ou cadastros de varejistas não devem ser tratados como preço oficial até que a fabricante ou uma loja autorizada abra a página de venda.

Googlebook será vendido no Brasil?

Até esta apuração, o Google não havia confirmado oficialmente a disponibilidade dos primeiros Googlebooks no Brasil.

A página oficial da categoria lista Acer, ASUS, Dell, HP e Lenovo como fabricantes da primeira geração, mas não apresenta uma relação completa de países que receberão cada aparelho.

Isso não significa que o Brasil esteja necessariamente fora do lançamento. Acer, ASUS, Dell, Lenovo e HP possuem presença comercial no país, mas cada modelo precisa ter sua disponibilidade local confirmada individualmente.

A situação é diferente da linha Pixel, que historicamente possui distribuição limitada no mercado brasileiro. O Overdrive explicou por que os celulares Google Pixel ainda não possuem venda oficial ampla no Brasil.

O que é Googlebook?

O Googlebook é definido pelo próprio Google como uma nova categoria de notebooks premium desenvolvida para o Gemini Intelligence.

Segundo a companhia, a plataforma reúne características do Android e do ChromeOS. A ideia é levar aplicativos, integração com smartphones e recursos de inteligência artificial para um formato tradicional de notebook.

O Google apresentou o conceito originalmente em maio de 2026. Na ocasião, afirmou que estava tentando repensar o computador pessoal para uma fase em que a inteligência artificial deixa de funcionar apenas como um aplicativo separado e passa a fazer parte da própria interface.

O anúncio oficial pode ser consultado no blog do Google.

Googlebook é um Chromebook?

Não exatamente.

O próprio Google diferencia as duas categorias. Segundo a empresa, os Chromebooks continuam sendo computadores baseados em ChromeOS, desenvolvidos principalmente em torno de simplicidade, velocidade e eficiência para tarefas cotidianas.

O Googlebook é posicionado acima deles como uma categoria de notebooks premium com maior integração entre Android, ChromeOS e Gemini Intelligence.

CaracterísticaGooglebookChromebook
PosicionamentoNotebook premiumAmpla variedade de categorias e preços
Gemini IntelligenceParte central da experiênciaRecursos de IA variam conforme o modelo
Integração com AndroidUm dos pilares da plataformaIntegrações disponíveis, mas com experiência diferente
Fabricantes iniciaisAcer, ASUS, Dell, HP e LenovoDiversos fabricantes

Quais empresas vão fabricar Googlebooks?

O Google confirmou cinco fabricantes para a primeira geração:

  • Acer;
  • ASUS;
  • Dell;
  • HP;
  • Lenovo.

Imagens antecipadas de equipamentos da Acer, ASUS e Lenovo começaram a circular antes da abertura das vendas. O Android Authority publicou renders atribuídos aos primeiros aparelhos das marcas.

Como parte das especificações vistas nesses vazamentos ainda não foi confirmada diretamente pelos fabricantes, configurações como processador, memória, tela e armazenamento precisam ser verificadas novamente quando as páginas oficiais de cada produto entrarem no ar.

Googlebook entra em pré-venda hoje: veja horário, modelos e o que muda nos notebooks do Google
Os Googlebooks serão fabricados inicialmente por Acer, ASUS, Dell, HP e Lenovo. Imagem: Google/Divulgação

O que o Gemini faz no Googlebook?

A grande diferença da plataforma está no Gemini Intelligence. Em vez de funcionar somente como uma janela de chatbot, a IA aparece integrada a diferentes partes da interface.

Magic Pointer

O Magic Pointer leva o Gemini ao cursor. Segundo o Google, o usuário pode apontar para informações presentes na tela e receber ações contextuais.

Um dos exemplos apresentados pela companhia permite selecionar uma data em um e-mail para criar um compromisso. Em outra demonstração, duas imagens podem ser selecionadas para que o Gemini produza uma nova composição a partir delas.

Create My Widget

O Create My Widget permite criar widgets usando comandos em linguagem natural.

O Google exemplifica o recurso com um painel de viagem capaz de reunir informações de voo, hotel, reservas e outros dados. Para isso, o Gemini pode consultar a web e serviços associados à conta do usuário, como Gmail e Google Calendar, de acordo com as permissões concedidas.

Cast My Apps

O recurso Cast My Apps permite abrir no notebook aplicativos presentes no smartphone Android sem precisar instalá-los localmente no computador.

Segundo a página oficial do Googlebook, a integração exige configuração prévia e um smartphone com Android 17 ou superior.

O Android 17 já começou a chegar a aparelhos recentes. O Overdrive mantém uma lista atualizada dos celulares Samsung que recebem Android 17 pela One UI 9.

Quick Access

O Quick Access permite acessar arquivos armazenados no celular diretamente pelo gerenciador de arquivos do Googlebook.

A proposta é reduzir a necessidade de enviar arquivos manualmente entre telefone e computador antes de utilizá-los.

O Googlebook depende da internet para usar IA?

Algumas funções dependem de conexão.

A documentação oficial informa que recursos como Magic Pointer e Create My Widget exigem acesso à internet. Outros recursos também podem depender do telefone Android conectado e dos serviços autorizados pelo usuário.

Ao mesmo tempo, o Google vem ampliando o uso de modelos locais em computadores. O Chrome, por exemplo, já utiliza o Gemini Nano para determinados recursos executados diretamente no PC.

Isso não significa que todas as capacidades do Googlebook funcionem localmente. O funcionamento precisa ser analisado recurso por recurso.

Googlebook terá uma identidade visual própria

Apesar de serem produzidos por diferentes fabricantes, os Googlebooks terão alguns elementos comuns.

O mais evidente é a Glowbar, uma faixa iluminada presente no corpo do computador. O Google afirma que ela será um dos elementos que permitirão reconhecer um Googlebook independentemente da fabricante.

A empresa também mostrou uma tecla física com o tradicional “G” do Google.

A estratégia lembra certificações de hardware em que diferentes fabricantes podem criar produtos próprios dentro de um conjunto de requisitos de experiência e design definidos pela plataforma.

Design externo de um Googlebook com Glowbar iluminada
A Glowbar é um dos elementos de identidade visual escolhidos pelo Google para a nova categoria de notebooks. Imagem: Google/Divulgação

Googlebook pode competir com Windows e MacBook?

É cedo para responder.

A proposta coloca o Googlebook em uma posição diferente daquela ocupada historicamente por boa parte dos Chromebooks. Em vez de concentrar a estratégia apenas em simplicidade e preço, o Google está falando explicitamente em materiais premium, maior desempenho e inteligência artificial integrada.

Isso coloca os novos aparelhos mais próximos do mercado ocupado por notebooks premium com Windows e pela linha MacBook.

A comparação real, porém, dependerá das configurações e principalmente dos preços que Acer, ASUS, Dell, HP e Lenovo anunciarem.

O Overdrive também passou a oferecer uma ferramenta própria para esse tipo de decisão: o Overdrive Compare permite comparar notebooks e outros produtos lado a lado, recurso que poderá ser usado conforme as fichas técnicas dos Googlebooks forem adicionadas.

O que ainda falta saber sobre o Googlebook?

A abertura das pré-vendas deve responder várias das principais dúvidas que permaneciam até a manhã desta segunda-feira.

  • preço de cada modelo;
  • configurações finais de processador, RAM e armazenamento;
  • tamanhos e tecnologias das telas;
  • autonomia estimada;
  • datas de envio;
  • países participantes do primeiro lançamento;
  • disponibilidade oficial no Brasil;
  • diferenças entre Acer, ASUS, Dell, HP e Lenovo;
  • eventuais requisitos mínimos definidos pelo Google para receber a marca Googlebook.

Esses pontos serão mais importantes para uma decisão de compra do que a marca Googlebook isoladamente, já que cada fabricante terá liberdade para oferecer diferentes configurações dentro da plataforma.

Googlebook: o que sabemos antes da pré-venda

InformaçãoStatus em 21/09 pela manhã
Início da pré-venda21 de setembro, às 10h de Brasília
Fabricantes confirmadasAcer, ASUS, Dell, HP e Lenovo
PreçoAinda sem tabela oficial completa
BrasilDisponibilidade ainda não confirmada
Gemini IntelligenceConfirmado
Magic PointerConfirmado
Create My WidgetConfirmado
Cast My AppsConfirmado
Quick AccessConfirmado
Integração com AndroidConfirmada; alguns recursos exigem Android 17 ou superior

Quando teremos preços e modelos finais?

A primeira resposta deve vir com a abertura das pré-vendas às 10h de Brasília nesta segunda-feira.

O cenário mais provável é que cada fabricante publique suas próprias páginas, configurações e preços. Por isso, não é correto tratar qualquer valor antecipado de vazamento como um preço universal do Googlebook.

Para quem está interessado em comprar, o mais prudente é comparar o modelo exato, processador, memória, armazenamento, tela, bateria, garantia e disponibilidade local antes de decidir.

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