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O Gemini 4 Carbon ainda não está disponível para o público geral. Anunciado pelo Google em 28 de outubro de 2026, o novo modelo de inteligência artificial será liberado primeiro para um grupo selecionado de profissionais de cibersegurança. Por enquanto, não é possível ativá-lo no aplicativo Gemini, no Google AI Studio ou por uma API pública, mesmo pagando pelos planos Google AI Pro ou Ultra.
A liberação será feita em etapas, segundo o anúncio oficial do Google. A empresa não divulgou uma data para o Carbon chegar a usuários comuns. Quem quer experimentar um modelo da família Gemini 4 hoje pode utilizar o Gemini 4 Argon, que já está disponível.
Quem pode usar o Gemini 4 Carbon agora?
O acesso inicial é reservado a equipes de defesa digital escolhidas pelo Google. Depois, a companhia pretende incluir parceiros confiáveis do programa Fairwind, iniciativa voltada a organizações que protegem sistemas e infraestruturas críticas, como serviços de saúde, telecomunicações e órgãos públicos.
Para uma organização interessada, o caminho oficial é entrar em contato com seu representante do Google Cloud e solicitar uma avaliação de elegibilidade para o Fairwind. O Google verifica o histórico e o uso pretendido antes de aceitar parceiros. Ser aprovado no programa não significa receber o Carbon imediatamente, já que a distribuição do novo modelo é gradual e restrita.
Não existe, nesta data, um botão público para ativar o Carbon nem um aplicativo específico para baixá-lo. Sites que prometem instalar ou desbloquear o modelo fora dos canais oficiais devem ser tratados com cautela.

Como usar o Gemini 4 Argon enquanto o Carbon não chega
O Argon foi liberado para assinantes Google AI Pro e Ultra em 13 de outubro. Para testá-lo:
- Acesse gemini.google.com ou abra o aplicativo oficial do Gemini e entre na sua Conta do Google.
- Na área de digitação, clique ou toque no nome do modelo selecionado.
- Escolha Argon, se a opção estiver disponível para sua assinatura.
- Envie sua pergunta ou tarefa normalmente. Em trabalhos mais complexos, você também pode ajustar o nível de raciocínio oferecido pelo aplicativo.
O procedimento vale para o serviço do Gemini no navegador e no celular. No computador, também existe um aplicativo oficial do Gemini para Windows. Quem usa a versão sem assinatura pode conferir quais modelos estão disponíveis no Gemini gratuito; o Carbon não faz parte de nenhuma dessas opções. O Overdrive também explica como usar os principais assistentes de IA sem pagar.
Para desenvolvedores, o Argon também aparece no catálogo oficial da API Gemini, com o identificador gemini-4-argon. O Carbon ainda não tem um identificador público listado ali.
O que o Gemini 4 Carbon faz de diferente?
O Google apresenta o Carbon como seu modelo mais avançado para tarefas prolongadas de programação e segurança digital. A proposta é investigar problemas complexos de software, localizar vulnerabilidades e sugerir correções mesmo quando a análise exige várias etapas.
No Artificial Analysis Intelligence Index 5.0, o Carbon alcançou 59 pontos e ficou na primeira posição no momento do anúncio. O Google também divulgou resultados de 88,2% no SEC-bench Pro, voltado à descoberta de vulnerabilidades, e 71% no CWE-bench, dedicado à correção de falhas. São resultados de avaliações específicas, não garantia de que toda resposta ou correção será correta.
A empresa anunciou preço inicial de US$ 2 por milhão de tokens de entrada e US$ 10 por milhão de tokens de saída, com valores de US$ 4 e US$ 20, respectivamente, após o período promocional. Essa é a tabela prevista para uso do modelo via API quando o acesso for aberto, não o preço de uma assinatura mensal do aplicativo Gemini.






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