Behnam ou Ali Galip? Ranking dos 7 vilões mais cruéis de Meu Nome é Farah

Ali Galip comandou um império criminoso, mas Behnam transformou Farah, Kerimşah e Tahir em alvos de uma perseguição íntima e prolongada

Meu Nome é Farah
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Behnam Azadi é o vilão mais cruel de Meu Nome é Farah, seguido por Ali Galip. O antigo chefe da organização criminosa acumulou mais poder e provavelmente deixou um número maior de vítimas, mas Behnam transformou Farah, Kerimşah e Tahir em alvos de uma perseguição pessoal que se prolongou por mais de um ano.

Ali Galip enxergava as pessoas como peças descartáveis dentro de seus negócios. Behnam foi além: usou a paternidade de Kerimşah, a família de Farah, o casamento e até o amor que afirmava sentir como justificativas para mantê-la sob controle.

A diferença entre os dois resume o resultado deste ranking. Ali Galip destruía pessoas para proteger seu império. Behnam assumiu parte desse império para tentar possuir uma pessoa.

Para definir as posições, foram considerados o sofrimento causado, a duração da perseguição, o abuso de poder, a intenção por trás dos atos e o impacto sobre as vítimas. Personagens como Tahir, que também cometeram crimes, ficaram de fora porque suas trajetórias são construídas em torno de ruptura, arrependimento e transformação.

PosiçãoVilãoPrincipal motivo
Behnam AzadiMantém Farah sob controle e usa Kerimşah contra Tahir
Ali Galip AkıncıComanda a organização criminosa e ordena mortes
Orhan KoşanerCorrompe a polícia e atira no próprio filho de criação
İlyasMata Alperen e sabota a investigação por dentro da polícia
Rahşan AzadiProtege Behnam e legitima o controle exercido sobre Farah
Mahmud AzadiÉ o responsável pela morte do pai de Farah
Bekir AkıncıParticipa da organização e usa a violência para conquistar espaço

7. Bekir Akıncı

Bekir Akıncı em Meu Nome é Farah
Bekir tenta conquistar uma posição maior dentro da família comandada por Ali Galip. Imagem: Divulgação/NOW

Bekir integra a família Akıncı e participa das operações ligadas à organização de Ali Galip. Impulsivo, agressivo e ambicioso, ele se incomoda com a posição ocupada por Tahir e deseja provar que também merece poder dentro do grupo.

Esse ressentimento faz com que Bekir aceite a lógica violenta ensinada por Ali Galip. Em vez de romper com o ambiente criminoso, ele tenta crescer dentro dele e frequentemente transforma conflitos pessoais em confrontos perigosos.

Ainda assim, Bekir fica no início do ranking porque não possui o alcance dos outros vilões. Ele não comanda um império, não sustenta uma perseguição prolongada contra Farah e também não acumula o mesmo nível de manipulação de Behnam, Orhan ou Ali Galip.

O personagem e sua posição dentro dos Akıncı também aparecem no guia sobre quem é quem no elenco de Meu Nome é Farah.

6. Mahmud Azadi

Mahmud, também identificado como Mahmoud Azadi, aparece somente na parte final da história. Sua presença, porém, está ligada a um dos crimes mais graves do passado de Farah: ele é o homem responsável pela morte do pai da protagonista.

A situação se torna ainda mais cruel quando Farah precisa utilizar seus conhecimentos médicos para salvar justamente o assassino. Ela depende da recuperação de Mahmud para tentar provar a própria inocência e resgatar Gülsima, sua mãe.

O resumo oficial do episódio 22 confirma que Farah não encontra outra saída além de cuidar do homem que matou seu pai.

Mahmud fica abaixo dos cinco primeiros porque seu período como ameaça direta é menor. Ele também participa posteriormente da retirada de Behnam do confronto final, como explicado na matéria sobre o destino dos personagens de Meu Nome é Farah.

Isso não apaga o assassinato nem o impacto deixado sobre a família Erşadi, mas diferencia Mahmud dos antagonistas que continuam escolhendo a violência até o último momento.

5. Rahşan Azadi

Rahşan Azadi, mãe de Behnam em Meu Nome é Farah
Rahşan coloca os interesses de Behnam acima da liberdade e das escolhas de Farah. Imagem: Divulgação/NOW

Rahşan não precisa empunhar uma arma para se tornar uma das figuras mais ameaçadoras de Meu Nome é Farah. A mãe de Behnam utiliza tradição, religião e autoridade familiar para reforçar uma estrutura na qual as escolhas de Farah são constantemente ignoradas.

A própria descrição oficial de Rahşan é direta ao apresentá-la como uma mulher cruel e amarga, capaz de valorizar verdadeiramente apenas o próprio filho.

Em vez de confrontar a obsessão de Behnam, Rahşan funciona como uma proteção para ele. Farah não é tratada como uma mulher com direito de escolher onde viver ou com quem permanecer, mas como alguém que precisa se encaixar nas regras dos Azadi.

Sua crueldade está principalmente na cumplicidade. Rahşan observa Behnam utilizar dinheiro, medo e a paternidade de Kerimşah para controlar Farah, mas coloca a preservação do filho e da família acima do sofrimento provocado.

As relações entre os personagens são explicadas em detalhes no especial sobre a Família Azadi em Meu Nome é Farah.

4. İlyas

Durante boa parte da história, İlyas parece ser apenas um policial que trabalha ao lado de Mehmet. Na realidade, ele está ligado ao esquema protegido por Orhan e utiliza a posição dentro da delegacia para acompanhar a investigação por dentro.

İlyas também é o verdadeiro responsável pela morte de Alperen, o policial assassinado no início da novela. Kaan é associado ao crime, mas a história revela posteriormente que existe outro homem escondido no local.

Depois de cometer o assassinato, İlyas continua circulando entre os policiais que tentam descobrir a verdade. Ele acompanha Mehmet, obtém informações privilegiadas e ajuda a manter a corrupção escondida.

Essa duplicidade o coloca acima de Rahşan. İlyas não apenas aceita a violência de outras pessoas: ele executa um colega de profissão e utiliza a própria instituição policial como cobertura.

O Overdrive explica separadamente quem é İlyas e qual é sua ligação com Orhan, além de revelar quem realmente matou Alperen em Meu Nome é Farah.

3. Orhan Koşaner

Orhan Koşaner, policial corrupto de Meu Nome é Farah
Orhan utiliza a reputação construída na polícia para esconder sua participação na organização criminosa. Imagem: Divulgação/NOW

Orhan construiu a imagem de um policial exemplar. Mesmo depois da aposentadoria, continua sendo respeitado por antigos colegas e tratado como uma referência dentro da corporação.

A apresentação oficial do personagem destaca justamente sua reputação como uma das figuras lendárias da polícia. É essa fachada que torna sua traição ainda mais grave.

Por trás da imagem pública, Orhan atua como parceiro secreto de Ali Galip. Sua influência ajuda a organização a antecipar investigações, acompanhar suspeitos e manter integrantes infiltrados perto de Mehmet.

Quando Mehmet descobre a verdade, Orhan atira na cabeça do homem que criou como filho. O policial sobrevive, mas permanece em coma durante aproximadamente um ano, enquanto o responsável continua tentando proteger seus próprios interesses.

A sequência é explicada no especial sobre quem atirou em Mehmet em Meu Nome é Farah.

Orhan ocupa o terceiro lugar porque reúne três formas de crueldade: trai a própria família, corrompe uma instituição criada para proteger pessoas e utiliza a confiança de Mehmet como instrumento para esconder seus crimes.

2. Ali Galip Akıncı

Ali Galip é o grande chefe criminoso da primeira fase de Meu Nome é Farah. Ele se apresenta como empresário, mas controla uma estrutura clandestina formada por familiares, executores, empresas e contatos dentro da polícia.

A ficha oficial de Ali Galip o descreve como um homem rígido e sem consciência, além de líder da organização do submundo.

Quando Farah presencia o assassinato de Alperen, Ali Galip transforma a médica em um problema que precisa ser eliminado. Tahir recebe a missão de resolver a situação, mesmo que isso signifique deixar Kerimşah sem a mãe.

O criminoso também coloca Tahir contra Mehmet, tenta conservar o controle absoluto sobre os homens que criou e aceita destruir qualquer pessoa que ameace sua posição. A estrutura completa é apresentada no guia sobre a máfia de Meu Nome é Farah.

O momento que melhor revela sua crueldade ocorre quando Farah descobre que Ali Galip mandou matar o doador compatível com Kerimşah. O resumo oficial do episódio 12 confirma a responsabilidade do chefe criminoso.

Ali Galip aceita, portanto, colocar a vida de uma criança em risco para impedir que Tahir construa uma nova família e se afaste da organização.

Considerando apenas número de vítimas, alcance e poder, Ali Galip poderia ocupar o primeiro lugar. Ele comandava mais pessoas, movimentava grandes operações e influenciava até setores da polícia.

Sua violência, entretanto, costumava ter uma finalidade prática: proteger os negócios, eliminar testemunhas e preservar sua autoridade. É justamente essa diferença que o deixa atrás de Behnam.

O encerramento de seu arco é explicado na matéria sobre quem matou Ali Galip em Meu Nome é Farah.

1. Behnam Azadi

Behnam não deseja apenas derrotar Farah. Ele pretende decidir onde ela vive, com quem permanece casada, como cria Kerimşah e até quais sentimentos pode demonstrar.

A descrição oficial de Behnam afirma que ele ama Farah de maneira obsessiva, busca controlar diferentes formas de poder e elimina aqueles que considera rivais ou obstáculos.

Depois de localizar Farah, Behnam sequestra a protagonista e Kerimşah. Tahir tenta resgatá-los, cai em uma armadilha e passa o ano seguinte na prisão. Durante o mesmo período, Farah vive praticamente como uma prisioneira de Behnam.

O resumo oficial do episódio 15 descreve Farah como uma verdadeira refém e mostra que ela é pressionada a pedir o divórcio de Tahir.

Behnam também tenta eliminar o rival fisicamente. Ele joga Tahir do alto de uma construção e permite que Farah acredite que o marido morreu. Segundo o resumo do episódio 17, o objetivo é tornar a protagonista cada vez mais desamparada e impotente.

Quando Tahir sobrevive, Behnam passa a atacar a ligação dele com Kerimşah. O vilão manipula o menino contra a principal figura paterna de sua vida, como registra o resumo oficial do episódio 19.

A paternidade biológica deixa de ser uma relação e se transforma em instrumento de controle. Behnam tenta convencer Kerimşah de que Tahir representa uma ameaça e utiliza o filho para aumentar a pressão emocional sobre Farah.

Ele ainda prepara uma cerimônia religiosa e tenta obrigar Farah a aceitar a relação. A protagonista não escolhe livremente se casar com ele, como explicado na matéria sobre o suposto casamento de Farah e Behnam.

Na reta final, a perseguição atinge outro nível. Behnam reúne antigos inimigos de Tahir e inicia uma caçada humana, conforme registra o resumo oficial do episódio 24.

Além de tudo isso, Behnam assume grande parte das empresas e dos negócios clandestinos deixados por Ali Galip. Ele reúne, assim, o poder econômico do antigo chefe com uma obsessão pessoal que coloca Farah e Kerimşah no centro de todas as decisões.

É por isso que Behnam ocupa o primeiro lugar. Ali Galip usava pessoas para conservar um império. Behnam utiliza um império para tentar possuir Farah.

Behnam ou Ali Galip: quem é pior?

Behnam é pior quando o critério é crueldade pessoal e sofrimento prolongado. Ali Galip é mais perigoso quando são considerados poder, alcance e número potencial de vítimas.

Ali Galip organiza crimes para proteger seus negócios. Behnam sequestra Farah e Kerimşah, tenta matar Tahir, manipula uma criança e transforma a ideia de amor em justificativa para retirar a liberdade da protagonista.

A violência de Ali Galip é fria e funcional. A de Behnam é íntima, obsessiva e contínua. Ele não aceita apenas vencer Tahir: precisa destruir a ligação afetiva construída entre Tahir, Farah e Kerimşah.

Depois da queda de Ali Galip, Behnam ainda assume parte de suas empresas e operações clandestinas. Dessa forma, passa a reunir poder criminoso e controle familiar, tornando-se a maior ameaça da segunda temporada.

Por que Kaan não entrou no ranking?

Kaan é arrogante, inconsequente e tenta reproduzir o comportamento do pai. A própria descrição oficial do personagem afirma que ele se enxerga como uma versão menor de Ali Galip.

Apesar disso, a apresentação também destaca que existe mais bondade do que maldade dentro dele. Por trás da arrogância, Kaan é mostrado como um jovem frágil que passou a vida tentando conquistar a atenção do pai.

Outro ponto importante é que Kaan não é o verdadeiro assassino de Alperen. Ele é associado ao crime, mas İlyas é o homem que efetivamente mata o policial.

Kaan continua sendo moralmente comprometido por se beneficiar do poder da família e aceitar sua proteção. No entanto, demonstra vulnerabilidade, culpa e alguma possibilidade de mudança — características praticamente inexistentes em Behnam, Ali Galip e Orhan.

Perguntas frequentes

Quem é o maior vilão de Meu Nome é Farah?

Behnam Azadi é o maior vilão quando são considerados o cárcere imposto a Farah, a manipulação de Kerimşah, as tentativas de matar Tahir e a duração da perseguição contra a família.

Ali Galip é mais poderoso do que Behnam?

Ali Galip é mais poderoso durante a primeira fase, quando comanda a organização criminosa. Depois de sua queda, Behnam assume grande parte das empresas e dos negócios clandestinos deixados por ele.

Quem matou Alperen?

İlyas matou Alperen. Kaan foi associado ao assassinato, mas não é o verdadeiro responsável pelo disparo. İlyas trabalhava dentro da polícia e mantinha uma ligação secreta com Orhan.

Quem atirou em Mehmet?

Orhan atirou em Mehmet depois que o policial descobriu a ligação do próprio pai de criação com Ali Galip. Mehmet é atingido na cabeça e permanece em coma, mas sobrevive.

Behnam morre no final?

Não. Behnam é baleado por Merjan, mas sobrevive. Farah e Tahir conseguem neutralizá-lo, e Mahmud providencia sua retirada, encerrando a ameaça imediata contra a protagonista.

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