Ratatan mistura estratégia e música de um jeito raro nos games — Review
Ao misturar comandos musicais, estratégia e roguelite, Ratatan cria confrontos excelentes, mas perde o compasso quando a repetição e o excesso visual entram em cena
Ao misturar comandos musicais, estratégia e roguelite, Ratatan cria confrontos excelentes, mas perde o compasso quando a repetição e o excesso visual entram em cena
O primeiro Fire Emblem principal do Switch 2 aposta em quatro protagonistas, dezenas de personagens e mais de 100 horas de campanha, mas tropeça no ritmo e chega ao Brasil…
Em 88 horas pelo Vale Sangora, a Rebel Wolves me entregou o melhor RPG de 2026, um combate de espadas extraordinário e talvez a melhor representação de vampiros já feita…
Combate agressivo e regeneração visível sustentam o jogo, enquanto furtividade, exploração guiada e parte da progressão ficam um passo atrás
Terror da ONE-O-ONE GAMES se destaca pela direção de arte e pela proposta de seus enigmas, embora tenha pouca variedade de interação
Entre baterias, pílulas e anomalias, o terror da Hitori De Productions exige atenção para sobreviver a cinco noites, mas tropeça nas explicações e na interação com objetos
A sequência troca o pixel art pelo 3D, refina o combate e encontra na organização das relíquias seu sistema mais esperto, embora a loja e a progressão revelem repetição cedo…
Com defesa mais física, arremessos exigentes e MyCAREER nas eras de Jordan, Kobe e LeBron, NBA 2K27 entrega ótimo basquete — até a economia de VC voltar a ditar o…
Captain Tsubasa 2: World Fighters aposta em partidas rápidas, golpes especiais exagerados e uma campanha cheia de referências ao anime para entregar uma experiência muito mais próxima da essência da…
MGS4 finalmente deixa o PS3 com 4K e 60 FPS, enquanto Peace Walker reafirma sua importância; extras sem tradução e Ghost Babel impedem a perfeição
Spin-off troca a simulação radical por corridas acessíveis e uma carreira criativa, mas repetição e multiplayer limitado impedem uma chegada ao pódio
Testamos no PS5 o shooter brasileiro que transforma grafite em gatilho para hordas de zumbis, reúne mais de 60 armas e leva a cultura da periferia ao centro do apocalipse
Persona Engine dá personalidade a cada atleta e reinventa a gestão de elenco, mas bugs, cortes de modos e a ausência total de português seguram o pacote