Castlevania Belmont’s Curse mostra que a Konami pode finalmente ter encontrado a fórmula perfeita para reviver a série

Depois de mais de uma década sem um novo capítulo principal em 2D, Castlevania Belmont’s Curse está rapidamente se tornando um dos jogos mais…

Castlevania Belmont’s Curse mostra que a Konami pode finalmente ter encontrado a fórmula perfeita para reviver a série
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Depois de mais de uma década sem um novo capítulo principal em 2D, Castlevania Belmont’s Curse está rapidamente se tornando um dos jogos mais aguardados de 2026. Desenvolvido pela Evil Empire, estúdio responsável por expandir Dead Cells e por The Rogue Prince of Persia, o novo projeto da Konami vem recebendo elogios consistentes da imprensa especializada após as primeiras horas de gameplay.

As prévias publicadas por veículos como IGN, PC Gamer, GamesRadar, The Guardian e MeriStation apontam praticamente o mesmo consenso: Belmont’s Curse consegue respeitar o legado de Symphony of the Night enquanto moderniza a fórmula sem descaracterizá-la.

O estúdio de Dead Cells parece ter entendido Castlevania

Quando a Konami anunciou que a Evil Empire estaria liderando o desenvolvimento de Castlevania Belmont’s Course, muitos jogadores imaginaram que o novo Castlevania seguiria uma estrutura roguelike semelhante à de Dead Cells.

Mas isso não aconteceu.

Segundo os desenvolvedores, o objetivo sempre foi criar um Metroidvania tradicional, inspirado diretamente nos clássicos da franquia, especialmente Symphony of the Night e Super Castlevania IV, mantendo exploração não linear, progressão baseada em habilidades e um mapa interconectado.

Ainda assim, a experiência da equipe aparece em diversos aspectos.

A movimentação é extremamente fluida, os combates são rápidos e o tradicional chicote Vampire Killer ganhou novas funções de mobilidade, permitindo balançar em estruturas, alcançar plataformas e criar sequências bastante dinâmicas.

O que a imprensa está elogiando em Castlevania: Belmont’s Curse

Entre todas as prévias publicadas, alguns pontos aparecem repetidamente sobre as previews de Castlevania: Belmont’s Curse.

Combate rápido e extremamente satisfatório

A PC Gamer destacou que o novo Castlevania parece “o clássico acelerado”, com uma jogabilidade muito responsiva e um dos melhores usos do chicote já vistos na franquia. O combate mantém o peso característico da série, mas oferece muito mais liberdade de movimentação.

Exploração que recompensa a curiosidade

GamesRadar afirma que o mundo é repleto de caminhos alternativos, atalhos e habilidades que incentivam revisitar áreas anteriores, exatamente como os melhores Metroidvanias fazem.

Segundo a publicação, a sensação constante é de descoberta, algo que muitos jogos recentes do gênero acabaram perdendo.

Atmosfera digna dos clássicos

Outro ponto bastante elogiado é a ambientação.

A aventura se passa em uma Paris medieval infestada por demônios, misturando arquitetura gótica, catacumbas, igrejas e ruas destruídas.

O The Guardian elogiou especialmente a direção artística e a forma como o jogo combina referências históricas com o terror clássico da franquia. Entre os destaques está uma versão bastante estilizada de Joana d’Arc, transformada em uma das chefes da aventura.

Um verdadeiro sucessor dos Castlevania clássicos

Talvez o maior elogio para Castlevania: Belmont’s Curse venha justamente do fato de que praticamente todas as análises afirmam que Belmont’s Curse parece um Castlevania legítimo, e não apenas um Metroidvania inspirado na série.

Para muitos jornalistas, a Konami finalmente conseguiu devolver a identidade da franquia depois de anos apostando em experimentações diferentes.

Nem tudo é perfeito

Embora o clima seja extremamente positivo para Castlevania: Belmont’s Curse, algumas ressalvas também apareceram.

A PC Gamer observa que algumas mecânicas ainda não atingem o refinamento encontrado em gigantes modernos do gênero, como Prince of Persia: The Lost Crown e Nine Sols, especialmente em relação à profundidade de certos sistemas de progressão.

Já a GamesRadar comenta que o visual em 2.5D pode causar estranhamento para parte dos fãs mais tradicionais da série, embora ressalte que isso desaparece rapidamente conforme a jogabilidade evolui.

A MeriStation também cita que alguns trechos de plataforma exigem precisão elevada e ainda podem passar por ajustes até o lançamento.

Uma homenagem aos 40 anos de Castlevania

Além de marcar o retorno da série após 12 anos, Belmont’s Curse celebra os 40 anos de Castlevania.

A história acontece em 1499, vinte e três anos após Castlevania III: Dracula’s Curse, acompanhando Rose Belmont, descendente de Trevor Belmont, durante uma invasão demoníaca em Paris.

A estrutura segue a linha clássica da franquia, com exploração não linear, evolução do personagem, mapas interligados, viagens rápidas, salas de salvamento e inúmeros segredos escondidos.

Vale a pena ficar de olho?

Ainda é cedo para decretar que Castlevania Belmont’s Curse será um dos melhores Metroidvanias da geração, mas existe um consenso claro entre as primeiras prévias: a Konami parece finalmente ter entendido o que tornou Castlevania uma das franquias mais importantes da história dos videogames.

Ao unir o conhecimento da Evil Empire em jogos de ação com o legado da série, Belmont’s Curse surge como um candidato forte a recolocar Castlevania no topo do gênero que ela própria ajudou a criar.

Se a qualidade observada nas demonstrações se mantiver até o lançamento, os fãs podem estar diante do retorno mais importante da franquia desde Symphony of the Night.

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