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Dev de Mixtape rebate medo de sumiço nas lojas digitais

Annapurna e Beethoven and Dinosaur dizem que as licenças musicais foram fechadas de forma permanente, apesar do uso central de bandas conhecidas no jogo

Dev de Mixtape rebate medo de sumiço nas lojas digitais

Nesta matéria

  1. 01 Músicas fazem parte da identidade de Mixtape
  2. 02 Annapurna diz que preocupação não procede
  3. 03 Pink Floyd foi usado como limite para o projeto
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Editoria Games
Publicado maio 17, 2026
Leitura 2 min
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  • A presença de músicas licenciadas em Mixtape levantou uma dúvida comum entre jogadores: o game poderia ser removido das lojas digitais no futuro quando os contratos expirassem?
  • O diretor Johnny Galvatron, da Beethoven and Dinosaur, afirmou em entrevista à Kotaku que as licenças musicais de Mixtape foram negociadas “em perpetuidade”.
  • A Annapurna Interactive também comentou o assunto nas redes sociais e negou que o jogo vá sair das lojas por expiração de direitos musicais.
  • A proposta mistura memória, amadurecimento e cultura dos anos 1990, com a trilha sonora ocupando papel central na narrativa.

A presença de músicas licenciadas em Mixtape levantou uma dúvida comum entre jogadores: o game poderia ser removido das lojas digitais no futuro quando os contratos expirassem? Segundo a equipe do jogo, essa não deve ser uma preocupação.

O diretor Johnny Galvatron, da Beethoven and Dinosaur, afirmou em entrevista à Kotaku que as licenças musicais de Mixtape foram negociadas “em perpetuidade”. A Annapurna Interactive também comentou o assunto nas redes sociais e negou que o jogo vá sair das lojas por expiração de direitos musicais.

Músicas fazem parte da identidade de Mixtape

Desenvolvido pelo mesmo estúdio de The Artful Escape, Mixtape acompanha três amigos do ensino médio em uma viagem rumo à última festa da juventude. A proposta mistura memória, amadurecimento e cultura dos anos 1990, com a trilha sonora ocupando papel central na narrativa.

O jogo usa músicas de artistas como The Smashing Pumpkins e Devo, entre outros nomes. Esse uso é tão importante para a experiência que Mixtape não tem um modo streamer, recurso comum em jogos com faixas licenciadas para evitar bloqueios ou problemas de direitos autorais em transmissões.

Annapurna diz que preocupação não procede

A dúvida surgiu porque vários jogos com trilha licenciada já foram retirados de lojas digitais quando contratos de música expiraram. Em casos assim, editoras costumam remover o título da venda ou relançá-lo com músicas alteradas, dependendo dos acordos envolvidos.

No caso de Mixtape, Galvatron tentou afastar esse risco ao dizer que as licenças foram acertadas de forma permanente. A Annapurna foi ainda mais direta ao responder no X que a alegação de que o jogo seria removido por vencimento de licenças era falsa.

Pink Floyd foi usado como limite para o projeto

O diretor também comentou que a equipe chegou a usar Pink Floyd como uma espécie de teste para entender até onde poderia ir na busca por músicas para o jogo. A tentativa parou quando o estúdio percebeu que dificilmente conseguiria aprovação da banda.

Fora esse caso, o produtor Woody Woodward afirmou que a equipe conseguiu praticamente tudo o que pediu. A ideia era garantir que a trilha não fosse apenas um complemento, mas parte essencial da forma como Mixtape conta sua história.

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