Castlevania: Belmont’s Curse chega em 15 de outubro de 2026 com uma recepção majoritariamente positiva da imprensa especializada. O novo jogo da Konami registra 86 pontos no Metacritic na versão de PlayStation 5. No OpenCritic, levantamentos publicados nesta terça-feira (13) apontam média de 86/100 entre os principais veículos e recomendação de 97% dos críticos.
Tópicos
- Castlevania: Belmont’s Curse tem 86 no Metacritic e 97% de recomendação no OpenCritic
- Notas de Castlevania: Belmont’s Curse: veja as avaliações da imprensa
- O que dizem as reviews de Castlevania: Belmont’s Curse?
- Game Informer — 9,25/10: combate e exploração recompensam
- GamesRadar+ — 4/5: exploração gótica é um dos grandes acertos
- VGC — 3/5: bom retorno, mas o gênero evoluiu durante a ausência
- TechRadar: uma homenagem eficaz aos jogos clássicos
- The Guardian: apresentação impressiona, mas nem tudo funciona
- O que a imprensa brasileira achou de Castlevania: Belmont’s Curse?
- GameBlast destaca combate ágil e exploração envolvente
- PSX Brasil aponta problemas nas texturas do PS5
- Critical Hits também avaliou o novo Castlevania
- Quais são os principais elogios e críticas ao novo Castlevania?
- Os principais elogios
- As principais críticas
- O que é Castlevania: Belmont’s Curse?
- Quando lança Castlevania: Belmont’s Curse no Brasil?
- Quanto custa Castlevania: Belmont’s Curse no Brasil?
- O que ainda precisa ser confirmado após o lançamento?
- Castlevania: Belmont’s Curse vale a pena?
O retorno da franquia às aventuras inéditas de ação e exploração em 2D está sendo elogiado pelo combate ágil, pela movimentação com o chicote Vampire Killer, pela variedade de chefes e pela ambientação gótica. Entretanto, nem todos consideram que a Evil Empire conseguiu acompanhar a evolução dos metroidvanias durante os anos em que Castlevania esteve ausente do gênero.
Entre as avaliações, a Game Informer concedeu 9,25/10, a GamesRadar+ recebeu o título com entusiasmo e a Video Games Chronicle (VGC) atribuiu 3/5. No Brasil, GameBlast, PSX Brasil e Critical Hits também publicaram análises do lançamento.
As médias são referentes à abertura do embargo de reviews, em 13 de outubro, e podem mudar conforme novos veículos publiquem suas avaliações.
Castlevania: Belmont’s Curse tem 86 no Metacritic e 97% de recomendação no OpenCritic
O Metacritic apresenta médias distintas conforme a plataforma analisada. No levantamento divulgado em 13 de outubro, a versão de PlayStation 5 registra 86 pontos, enquanto publicações especializadas apontam 88 no Xbox Series X|S e 84 no PC.
No OpenCritic, que reúne avaliações de diferentes plataformas, a média divulgada no início do dia é de 86/100, com 97% de recomendação dos críticos. Esses indicadores não devem ser confundidos: a média reflete as notas consideradas pelo agregador, enquanto a recomendação mede a proporção de análises favoráveis segundo seus critérios.
| Agregador | Resultado em 13/10 |
|---|---|
| Metacritic — PS5 | 86/100 |
| Metacritic — Xbox Series X|S | 88/100 |
| Metacritic — PC | 84/100 |
| OpenCritic — média dos principais críticos | 86/100 |
| OpenCritic — recomendação da crítica | 97% |
Os números indicam uma estreia bem recebida, embora exista uma diferença importante entre considerar Belmont’s Curse um retorno competente à identidade clássica de Castlevania e enxergá-lo como uma nova referência para o gênero.

Notas de Castlevania: Belmont’s Curse: veja as avaliações da imprensa
As primeiras análises mostram que o novo Castlevania conseguiu agradar veículos com perfis editoriais diferentes, mas também revelam divergências sobre o ritmo da exploração e a capacidade do jogo de inovar.
| Veículo | Nota |
|---|---|
| Game Informer | 9,25/10 |
| Vandal | 9,1/10 |
| IGN España | 9/10 |
| Hobby Consolas | 8,8/10 |
| MeriStation | 8,8/10 |
| IGN | 8/10 |
| GamesRadar+ | 4/5 |
| Video Games Chronicle | 3/5 |
As notas foram divulgadas na primeira rodada de análises e estão apresentadas em suas escalas originais ou equivalentes. As pontuações são individuais dos veículos e não devem ser confundidas com a média consolidada dos agregadores.
O que dizem as reviews de Castlevania: Belmont’s Curse?
Game Informer — 9,25/10: combate e exploração recompensam
Na análise da Game Informer, Charles Harte considera que a Evil Empire conseguiu devolver vitalidade à franquia. O crítico destaca a velocidade de Rose Belmont, as possibilidades de personalização do combate e os encontros contra chefes.
A publicação também elogia os segredos espalhados pelo mapa e a maneira como novas habilidades incentivam o retorno a regiões anteriores. Harte relata ter concluído a primeira jornada em aproximadamente 16 horas, com 92% de progresso, ainda interessado em descobrir conteúdos opcionais.
Para a revista, Belmont’s Curse consegue recuperar aspectos importantes dos jogos antigos sem depender exclusivamente deles.
GamesRadar+ — 4/5: exploração gótica é um dos grandes acertos
A GamesRadar+ também recebeu positivamente a nova aventura, sobretudo pelo desenho de cenários e pela construção de seus mistérios.
A análise destaca o mapa interligado, que passa por locais históricos de Paris, catacumbas e o castelo de Drácula. Explorar esses espaços, encontrar pistas e compreender a disposição das passagens são componentes centrais da experiência.
O veículo ressalta ainda a apresentação cinematográfica e a direção de arte, aproximando visualmente algumas cenas da linguagem utilizada nas animações modernas de Castlevania.
VGC — 3/5: bom retorno, mas o gênero evoluiu durante a ausência
A avaliação de Chris Scullion para a Video Games Chronicle representa uma das principais ressalvas à recepção positiva do jogo.
Para o jornalista, Belmont’s Curse tem uma apresentação visual atraente e representa uma volta bem-vinda da franquia. O problema é que Castlevania deixou de produzir aventuras inéditas desse formato enquanto outros estúdios expandiram as possibilidades dos metroidvanias.
A comparação com produções como Hollow Knight, Ori e Dead Cells pesa nessa avaliação. A VGC entende que o retorno da Konami é competente, mas não consegue necessariamente recuperar a posição de referência que a série ocupava no passado.
TechRadar: uma homenagem eficaz aos jogos clássicos
Na análise da TechRadar, o jogo é descrito como uma recuperação bem-sucedida da fórmula tradicional de ação, plataforma e exploração.
A publicação reconhece que Belmont’s Curse não altera profundamente a estrutura do gênero, mas considera que os desenvolvedores conseguiram aproveitar a experiência acumulada com Dead Cells para construir uma aventura coerente com o legado dos Belmont.
The Guardian: apresentação impressiona, mas nem tudo funciona
O jornal britânico The Guardian destaca a ambientação sombria e a intensidade da ação, mas apresenta uma avaliação mais reservada da experiência.
Segundo a análise, a direção artística e a atmosfera deixam uma impressão forte, enquanto algumas decisões de jogabilidade reduzem o prazer de atravessar os ambientes e enfrentar os desafios. A publicação também observa que o maior foco em ação rápida poderá dividir jogadores acostumados ao ritmo dos Castlevania tradicionais.

O que a imprensa brasileira achou de Castlevania: Belmont’s Curse?
As análises brasileiras acrescentam observações sobre a localização, as escolhas de design e o funcionamento da aventura nos consoles.
GameBlast destaca combate ágil e exploração envolvente
Na análise publicada pelo GameBlast, Farley Santos considera que o novo Castlevania honra a franquia e consegue renovar parte de sua estrutura.
O combate mais rápido e a exploração estão entre os aspectos positivos, mas a publicação observa que algumas ideias não alcançam todo o seu potencial. O resultado é uma aventura envolvente que, ao mesmo tempo, se distancia de determinadas características dos jogos anteriores.
PSX Brasil aponta problemas nas texturas do PS5
Victor Vitório, do PSX Brasil, avalia que Belmont’s Curse é um sucessor digno da fase clássica da franquia, com movimentação satisfatória, combate variado e uma boa utilização dos elementos góticos.
A análise, porém, apresenta uma crítica técnica específica: texturas bidimensionais de baixa resolução em diferentes objetos dos cenários do PS5. Segundo o veículo, a discrepância fica perceptível em telas 4K, especialmente quando elementos menos detalhados aparecem próximos de objetos tridimensionais mais refinados.
O PSX Brasil também considera que parte das habilidades de exploração poderia ser mais criativa e que a progressão entre algumas regiões é relativamente linear.
Critical Hits também avaliou o novo Castlevania
O Critical Hits publicou uma análise de Belmont’s Curse em 13 de outubro, discutindo o retorno da série, a participação dos responsáveis por Dead Cells e as expectativas criadas pelo novo projeto.
O conjunto das avaliações brasileiras reforça um ponto importante: a familiaridade com a história da franquia aumenta o peso das comparações, mas não elimina a necessidade de avaliar Belmont’s Curse pelos próprios sistemas de combate, movimentação e exploração.
Quais são os principais elogios e críticas ao novo Castlevania?
Embora os veículos discordem sobre a qualidade final, alguns aspectos aparecem repetidamente nas análises.
Os principais elogios
- Combate: movimentos ágeis, variedade de armas, relíquias e recursos mágicos.
- Exploração: ambientes interligados, caminhos secretos e recompensas por investigar o mapa.
- Chefes: batalhas com padrões específicos, exigindo adaptação das estratégias.
- Movimentação: o chicote permite atacar e se deslocar pelos cenários.
- Direção de arte: arquitetura gótica, paleta de cores marcante e animações expressivas.
As principais críticas
- Inovação: algumas análises consideram que o jogo acrescenta pouco às fórmulas modernas dos metroidvanias.
- Progressão: certas regiões e habilidades oferecem menos liberdade do que o esperado.
- Desafio: obstáculos de plataforma e armadilhas podem gerar repetição em algumas passagens.
- Apresentação técnica: a análise brasileira do PSX Brasil identifica texturas de baixa resolução na versão de PS5.
Essas observações também dialogam com as primeiras impressões do Overdrive sobre a demo de Belmont’s Curse. Nosso contato com o jogo destacou especialmente a exploração, a resposta dos comandos e o esforço da Evil Empire para construir uma identidade visual própria sem abandonar a influência de Symphony of the Night.
O que é Castlevania: Belmont’s Curse?
Belmont’s Curse é uma aventura de ação e exploração em 2D desenvolvida pela Evil Empire, em colaboração com a Konami e com participação da Motion Twin. O lançamento acontece durante as comemorações dos 40 anos de Castlevania, iniciadas em setembro de 2026.
A história se passa em Paris, em 1499, 23 anos depois dos acontecimentos de Castlevania III: Dracula’s Curse. Rose Belmont, filha de Trevor Belmont e Sypha Belnades, enfrenta uma invasão de criaturas sobrenaturais e procura entender a ameaça que envolve a cidade.
O sistema de progressão permite descobrir novas habilidades, explorar passagens anteriormente inacessíveis e combinar equipamentos. Apesar da participação de profissionais ligados a Dead Cells, o jogo não utiliza a estrutura roguelike: a aventura possui campanha contínua e mapa persistente.
O Overdrive já explicou como a Evil Empire procurou modernizar a fórmula de Castlevania em uma prévia publicada antes do lançamento.
Quando lança Castlevania: Belmont’s Curse no Brasil?
A Konami confirmou o lançamento para 15 de outubro de 2026, em PlayStation 5, Xbox Series X|S, Nintendo Switch e PC.
O jogo terá textos em português brasileiro, com áudio disponível em japonês e inglês, conforme a página oficial. A classificação indicativa brasileira é de 14 anos.
Na configuração técnica informada pela Konami, as versões de PS5, Xbox Series X|S e PC têm como referência 60 fps, enquanto a versão de Nintendo Switch é indicada para 30 fps. Esses dados são especificações oficiais, não uma garantia de desempenho constante em todas as situações.
Quanto custa Castlevania: Belmont’s Curse no Brasil?
Em consulta às lojas brasileiras, a edição padrão aparece por R$ 169,90 na PlayStation Store e na Xbox Store. A edição Midnight custa R$ 229,90 nessas plataformas e acrescenta uma galeria digital de arte e som, trajes especiais e uma relíquia para utilizar no jogo.
| Edição | Preço brasileiro confirmado |
|---|---|
| Padrão — PS5 | R$ 169,90 |
| Midnight — PS5 | R$ 229,90 |
| Padrão — Xbox | R$ 169,90 |
| Midnight — Xbox | R$ 229,90 |
Os valores foram consultados para o período de pré-venda e podem mudar. Para outras plataformas e lojas, os preços devem ser conferidos diretamente no momento da compra. A disponibilidade e os valores de eventuais edições físicas também dependem de cada varejista brasileiro.
Quem quiser testar antes pode baixar a demonstração gratuita. O Overdrive publicou um guia com os links e as instruções para baixar a demo de Castlevania: Belmont’s Curse, disponível nas quatro plataformas.
A demonstração inclui o começo da campanha e permite transferir o progresso para a versão completa, respeitadas as condições de plataforma e conta.
O que ainda precisa ser confirmado após o lançamento?
Apesar da divulgação das avaliações antecipadas, alguns aspectos ainda exigem acompanhamento a partir de 15 de outubro.
- O comportamento técnico das versões finais após eventuais atualizações de lançamento.
- O impacto de possíveis correções nos problemas gráficos identificados no PS5.
- A comparação de desempenho entre o Nintendo Switch original e o funcionamento por retrocompatibilidade no Switch 2.
- A evolução das médias de Metacritic e OpenCritic com a inclusão de novos veículos.
- A disponibilidade efetiva de estoques físicos e eventuais promoções nas lojas brasileiras.
Castlevania: Belmont’s Curse vale a pena?
As primeiras avaliações indicam que Belmont’s Curse consegue recuperar boa parte das qualidades que fizeram de Castlevania uma referência em ação e exploração. O combate, a identidade artística e os mapas são os principais responsáveis pela recepção positiva.
A ressalva é que o gênero evoluiu muito desde a última grande aventura inédita em 2D da franquia. Por isso, enquanto alguns veículos consideram o lançamento um retorno expressivo, outros encontram um jogo competente, mas menos ambicioso do que seus concorrentes modernos.
Para quem acompanha a série desde Symphony of the Night, o interesse está justamente em descobrir como a Evil Empire equilibra tradição e renovação. Para novos jogadores, a demo gratuita oferece uma maneira de experimentar o combate e a exploração antes de investir R$ 169,90 na edição padrão.
A recepção inicial é favorável, mas o lançamento de 15 de outubro e as análises técnicas das versões finais ainda serão importantes para compreender como esse retorno de Castlevania se sustenta fora das avaliações antecipadas.

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