Tópicos
- 7 séries parecidas com Lupin e onde assistir
- 1. White Collar (2009), a mais próxima do carisma de Assane
- 2. Sneaky Pete (2015), para quem adora identidades falsas
- 3. Caleidoscópio (2023), se você quer montar o quebra-cabeça do roubo
- 4. Berlim e a Dama com Arminho (2026), para quem prefere roubos com elegância
- 5. Os Golpistas de Tóquio (2024), o lado mais sombrio da fraude
- 6. Magnatas do Crime (2024), estratégia e humor ácido
- 7. La Casa de Papel (2017), quando o plano é maior que o ladrão
- Qual série assistir primeiro depois de Lupin?
- Perguntas frequentes sobre séries parecidas com Lupin
- Qual é a série mais parecida com Lupin?
- Tem séries como Lupin fora da Netflix?
- Qual série de assalto tem poucos episódios?
- Preciso assistir La Casa de Papel para entender Berlim e a Dama com Arminho?
- Quando estreou a quarta parte de Lupin?
O que faz Lupin funcionar não é apenas o assalto bem planejado. É acompanhar Assane Diop (Omar Sy) entrando em um lugar onde não deveria estar, assumindo outra identidade e saindo da situação quando tudo parece perdido. O charme do protagonista, o jogo de gato e rato com a polícia e os motivos pessoais por trás de cada golpe também fazem diferença.
Com os oito episódios da Parte 4 disponíveis desde 23 de outubro de 2026, é natural procurar outras séries parecidas com Lupin. A boa notícia é que a combinação de disfarces, manipulação e planos elaborados aparece em produções bem diferentes, algumas mais leves e outras muito mais sombrias. Para quem ainda está chegando à série francesa, o Overdrive tem um resumo do que lembrar antes da quarta parte e um guia com a quantidade de episódios e o futuro de Lupin.
Nesta lista, a comparação é pelo tipo de experiência, não por uma suposta nota de qualidade. Há sete indicações, cinco delas na Netflix, uma no Prime Video e outra no Disney+. Nenhuma descrição abaixo entrega os finais das séries.
7 séries parecidas com Lupin e onde assistir
| Série | O que lembra Lupin | Onde assistir no Brasil |
|---|---|---|
| White Collar | Carisma, falsificações e jogo com o FBI | Disney+ |
| Sneaky Pete | Identidade falsa e risco de ser descoberto | Prime Video |
| Caleidoscópio | Roubo impossível e pistas espalhadas | Netflix |
| Berlim e a Dama com Arminho | Roubo de arte, elegância e vingança | Netflix |
| Os Golpistas de Tóquio | Impostores e manipulação minuciosa | Netflix |
| Magnatas do Crime | Estratégia, poder e humor ácido | Netflix |
| La Casa de Papel | Planos dentro de outros planos | Netflix |
Disponibilidade consultada para o Brasil em 28 de outubro de 2026. Os catálogos podem mudar.
1. White Collar (2009), a mais próxima do carisma de Assane
Se a sua parte favorita de Lupin são os truques elegantes e o protagonista que parece estar sempre dois passos à frente, White Collar é a primeira opção. Neal Caffrey (Matt Bomer) é um falsificador e vigarista habilidoso que acaba trabalhando com o agente Peter Burke (Tim DeKay), do FBI. A dupla resolve casos que exigem justamente o conhecimento do mundo criminal que Neal domina.
O parentesco com Lupin está na combinação de charme, crimes sofisticados e desconfiança constante. Neal sabe manipular uma conversa, ler intenções e escapar de problemas sem recorrer imediatamente à força. Ao contrário de Assane, porém, ele passa grande parte da trama ao lado de quem deveria prendê-lo. Isso transforma cada investigação em um teste de confiança.
Vale para quem gosta de: golpes envolvendo arte, falsificações e a tensão entre ladrão e investigador. Diferença: tem uma estrutura mais episódica, com casos e investigações ao longo de seis temporadas.
Onde assistir: Disney+. Consulte a disponibilidade de White Collar no Brasil.
2. Sneaky Pete (2015), para quem adora identidades falsas
A grande pergunta de Sneaky Pete não é como roubar um objeto valioso, mas até quando uma mentira consegue se sustentar. Marius (Giovanni Ribisi) sai da prisão, assume a identidade do antigo colega de cela Pete e procura refúgio em uma família que acredita estar reencontrando um parente desaparecido.
Como Assane, o protagonista precisa improvisar quando um detalhe ameaça revelar seu disfarce. Só que a série americana aposta em uma tensão mais desconfortável: quanto maior a proximidade de Marius com as pessoas que engana, mais difícil é separar sobrevivência de manipulação. Bryan Cranston, de Breaking Bad, também participa da produção.

Vale para quem gosta de: disfarces, mentiras elaboradas e suspense familiar. Diferença: os golpes são mais íntimos e menos espetaculares do que os de Lupin.
Onde assistir: Prime Video, com três temporadas. Veja a série no Prime Video.
3. Caleidoscópio (2023), se você quer montar o quebra-cabeça do roubo
Em Caleidoscópio, Leo Pap (Giancarlo Esposito) reúne uma equipe para tentar um roubo de 7 bilhões de dólares em títulos financeiros. A ideia parece familiar a quem acompanha as operações de Assane, mas o diferencial está na forma de contar a história. Os episódios mostram momentos diferentes da preparação e das consequências do assalto, em uma estrutura não linear.
O espectador precisa ligar informações, suspeitar de personagens e rever o significado de acontecimentos anteriores. A Netflix desenvolveu uma experiência na qual a ordem dos primeiros episódios pode variar; o capítulo identificado como Branco foi concebido como a revelação central do roubo. Há oito episódios no total.

Vale para quem gosta de: reviravoltas e planos que só fazem sentido quando todas as peças se encaixam. Diferença: é uma minissérie de elenco, não a história de um único ladrão carismático.
Onde assistir: Netflix. Abra Caleidoscópio na Netflix.
4. Berlim e a Dama com Arminho (2026), para quem prefere roubos com elegância
Se o atrativo de Lupin está nos museus, nas obras de arte e na teatralidade dos assaltos, Berlim e a Dama com Arminho é a indicação mais direta. Pedro Alonso retorna como Berlim em uma aventura ambientada em Sevilha, onde o criminoso e seus parceiros planejam um golpe ligado à obra Dama com Arminho, de Leonardo da Vinci.
A série faz parte do universo de La Casa de Papel e retoma personagens apresentados em Berlim e as Joias de Paris, de 2023. Por isso, começar pelo primeiro capítulo dessa trajetória ajuda a entender as relações da equipe. A continuação de 2026 tem oito episódios e investe em luxo, rivalidades e sedução.

Vale para quem gosta de: roubos de joias, arte, cenários sofisticados e personagens exibidos. Diferença: Berlim tem um lado mais cruel e egoísta do que Assane; o charme não o transforma em herói.
Onde assistir: Netflix. Assista a Berlim e a Dama com Arminho e, antes dela, Berlim e as Joias de Paris.
5. Os Golpistas de Tóquio (2024), o lado mais sombrio da fraude
Nem todo golpe depende de correr pelos telhados ou trocar de roupa em segundos. Em Os Golpistas de Tóquio, uma quadrilha prepara uma fraude imobiliária envolvendo um terreno avaliado em 10 bilhões de ienes. O plano exige documentos, impostores e uma leitura precisa dos desejos das vítimas.
A proximidade com Lupin está na atenção aos detalhes: uma identidade convincente, a informação certa no momento certo e a habilidade de explorar o que o outro acredita ser verdade. A diferença de tom é enorme. A produção japonesa se aproxima mais de um thriller criminal duro, no qual os crimes causam consequências graves, sem o mesmo romantismo do ladrão francês.
Vale para quem gosta de: esquemas complexos, personagens perigosos e suspense que cresce aos poucos. Diferença: é mais sombria e violenta, com menos humor e menos alívio.
Onde assistir: Netflix, em sete episódios. Confira Os Golpistas de Tóquio no catálogo brasileiro.
6. Magnatas do Crime (2024), estratégia e humor ácido
Em Magnatas do Crime, Eddie Horniman (Theo James) herda uma propriedade de família e descobre que ela está ligada a um negócio criminoso. A situação o força a negociar com pessoas experientes em ameaças, chantagens e manobras de poder. A série de Guy Ritchie transforma conflitos desse tipo em diálogos rápidos e situações absurdas.
Não se trata de uma história sobre um mestre dos disfarces, mas há algo de Lupin em cada personagem tentando controlar a informação, antecipar o rival e virar um acordo a seu favor. O apelo está especialmente na inteligência social: saber quando convencer, blefar ou recuar pode valer mais do que uma arma.

Vale para quem gosta de: anti-heróis articulados e jogos mentais. Diferença: o humor é mais ácido, e a trama aborda o crime organizado em vez de assaltos de museu.
Onde assistir: Netflix. São duas temporadas disponíveis até outubro de 2026. O Overdrive também tem um guia dos episódios da 2ª temporada de Magnatas do Crime.
7. La Casa de Papel (2017), quando o plano é maior que o ladrão
É a escolha mais conhecida desta lista, mas continua fazendo sentido por uma razão: La Casa de Papel leva ao extremo a ideia de que o criminoso pode ter previsto até a reação da polícia. O Professor (Álvaro Morte) coordena uma equipe que executa assaltos de grande escala enquanto lida com reféns, pressão externa e conflitos internos.
Quem gosta dos momentos em que Assane parece revelar um plano escondido encontrará aqui uma versão mais grandiosa desse recurso. Ao mesmo tempo, a série espanhola é mais barulhenta, emocional e coletiva. Os personagens erram, discutem e frequentemente transformam uma estratégia calculada em uma situação caótica.
Vale para quem gosta de: planos impossíveis, reviravoltas, perseguição policial e suspense de fim de episódio. Diferença: é uma narrativa de equipe, com muito mais ação e melodrama.
Onde assistir: Netflix, com cinco partes. Veja La Casa de Papel na Netflix.
Qual série assistir primeiro depois de Lupin?
A escolha do Overdrive é White Collar para quem sente falta de Assane. Neal Caffrey tem a mesma habilidade de transformar charme e observação em ferramentas de trabalho, e a disputa com o FBI reproduz parte do prazer de ver um ladrão inteligente enfrentando a autoridade.
Se você quer uma história mais curta, comece por Caleidoscópio (oito episódios) ou Os Golpistas de Tóquio (sete). Para ficar em uma história de identidades falsas e tensão familiar, escolha Sneaky Pete. Se o que mais chamou sua atenção em Lupin foram os assaltos a obras de arte, a trajetória de Berlim deve funcionar melhor.
Já quem terminou a quarta parte de Lupin e deseja discutir os acontecimentos pode conferir o elenco e as novas personagens de Lupin 4. Há também um final explicado da Parte 4, mas esse segundo texto contém spoilers do desfecho.
Perguntas frequentes sobre séries parecidas com Lupin
Qual é a série mais parecida com Lupin?
Na avaliação editorial desta lista, White Collar é a mais semelhante no carisma do protagonista, nos golpes sofisticados e no jogo com as autoridades. Sneaky Pete se aproxima mais da parte dos disfarces e das identidades assumidas.
Tem séries como Lupin fora da Netflix?
Sim. White Collar está disponível no Disney+, enquanto Sneaky Pete pode ser vista no Prime Video no Brasil, segundo as páginas consultadas em outubro de 2026.
Qual série de assalto tem poucos episódios?
Caleidoscópio tem oito episódios e conta um grande roubo em uma estrutura não linear. Os Golpistas de Tóquio tem sete episódios, mas é uma história de fraude imobiliária, não de assalto a banco.
Preciso assistir La Casa de Papel para entender Berlim e a Dama com Arminho?
A história de Berlim acontece antes dos acontecimentos centrais de La Casa de Papel. Entretanto, como a aventura de 2026 continua as relações apresentadas em Berlim e as Joias de Paris, faz sentido assistir primeiro à produção de 2023 para conhecer melhor o grupo.
Quando estreou a quarta parte de Lupin?
Os oito episódios da Parte 4 foram lançados juntos pela Netflix em 23 de outubro de 2026. A produção francesa acompanha Assane Diop, personagem de Omar Sy inspirado nas aventuras literárias de Arsène Lupin.
Critério editorial: selecionamos séries pela afinidade com os elementos narrativos de Lupin, como disfarces, trapaças, roubos elaborados, duelo intelectual e carisma dos protagonistas. A presença na lista não significa que todas tenham o mesmo estilo ou a mesma faixa etária. Para outras indicações, acompanhe os guias de séries do Overdrive.






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