O que esperar deste game
Dragon’s Dogma 2 aposta em uma proposta diferente da maioria dos RPGs modernos. O jogo não guia o jogador o tempo todo, incentivando exploração, descoberta e decisões próprias dentro de um mundo que reage às suas escolhas.
O combate é um dos grandes destaques, com batalhas contra criaturas gigantes que exigem estratégia, posicionamento e uso inteligente das classes (vocations). Subir em monstros, explorar fraquezas e improvisar fazem parte da experiência.
Outro ponto central é o sistema de peões, aliados controlados por IA que aprendem com o jogador e podem ser compartilhados com outros usuários, criando uma dinâmica única dentro do gênero.
Vale ficar de olho?
Vale, principalmente se a ideia for mergulhar em um RPG mais livre, menos guiado e focado em sistemas emergentes.
O jogo não segue a estrutura tradicional de mapa cheio de marcadores e missões lineares. Isso pode afastar quem prefere experiências mais diretas, mas recompensa bastante quem gosta de explorar e descobrir tudo por conta própria.
Mesmo com críticas a desempenho e algumas limitações técnicas, o conjunto entrega uma experiência marcante dentro do gênero.

