Gigante com Mini P.E.K.K.A, Corredor 2.6, Morteiro com Cavaleiro e Log Bait clássico são quatro bases de deck que você pode montar sem usar evoluções ou heróis em Clash Royale. A escolha deve começar pelas cartas que sua conta já tem em nível competitivo. Gastar tudo para copiar uma lista distante da sua coleção costuma atrasar mais do que aperfeiçoar um baralho que você consegue jogar hoje.
Tópicos
- Qual deck sem evolução escolher?
- 1. Gigante com Mini P.E.K.K.A: defesa que vira ataque
- 2. Corredor 2.6: repetir a pressão sem perder a defesa
- 3. Morteiro com Cavaleiro: ganhar espaço sem atacar às cegas
- 4. Log Bait clássico: aproveitar o feitiço que saiu da mão
- Como treinar e melhorar sem gastar em quatro decks
- Perguntas frequentes
- É possível jogar sem evolução e herói?
- Qual é o melhor para começar?
- Devo gastar para completar todas as listas?
- Fontes e atualização
As listas abaixo são sugestões de composição e estratégia, não um ranking de taxa de vitória. Todas usam as versões comuns das cartas: colocar uma carta que também possui evolução no baralho não obriga você a desbloquear essa evolução. Confirme que as oito unidades estão disponíveis na sua conta antes de escolher; nenhuma lista é apresentada como deck de uma arena específica.
Qual deck sem evolução escolher?
| Base | Elixir médio | Plano principal | Para quem faz sentido |
|---|---|---|---|
| Gigante e Mini P.E.K.K.A | 3,6 | Defender e montar contra-ataque | Quem quer uma condição de vitória simples |
| Corredor 2.6 | 2,6 | Pressão e defesa por ciclo | Quem aceita treinar posicionamento |
| Morteiro e Cavaleiro | 2,9 | Controle e dano à distância | Quem gosta de disputar o centro |
| Log Bait clássico | 3,1 | Forçar o feitiço e explorar a janela | Quem já desbloqueou as lendárias |
Os valores são a soma do custo das oito cartas dividida por oito, arredondada para uma casa decimal. O custo de uma habilidade não entra nessa conta — e estas listas não usam heróis ou campeões.

1. Gigante com Mini P.E.K.K.A: defesa que vira ataque
Cartas: Gigante, Mini P.E.K.K.A, Mosqueteira, Valquíria, Bombardeiro, Servos, Flechas e Bola de Fogo. Média: 3,6.
O Gigante recebe o apoio das tropas que sobraram da defesa. Mini P.E.K.K.A lida com alvos resistentes; Valquíria e Bombardeiro cobrem grupos terrestres; Mosqueteira e Servos oferecem resposta aérea. Os dois feitiços ajudam a abrir caminho, mas não substituem uma defesa que permaneça em campo.
Na abertura, uma jogada de apoio atrás da torre costuma revelar menos comprometimento do que despejar o Gigante na ponte. Se você acabou de defender com a Mosqueteira viva, colocar o Gigante à frente dela cria um ataque aproveitando o elixir já investido. Espere o adversário mostrar a resposta antes de acrescentar tudo o que tem na mão.
O cuidado principal: não alinhe Mosqueteira, Bombardeiro e torre para dar valor ao mesmo feitiço. Também não envie Servos para uma defesa aérea se o rival guarda uma resposta barata que você já viu. O deck não tem construção; preservar a resposta ao atacante que mira edifícios é parte do planejamento.
Substituições: Arqueiras podem ocupar o lugar da Mosqueteira para dividir a defesa, mas a resistência e a forma de atingir alvos mudam. Trocar Servos por outra tropa só faz sentido se você mantiver cobertura aérea. Evite substituir simultaneamente as duas respostas ao ar.
2. Corredor 2.6: repetir a pressão sem perder a defesa
Cartas: Corredor, Mosqueteira, Canhão, Golem de Gelo, Esqueletos, Espírito de Gelo, Bola de Fogo e O Tronco. Média: 2,6.
O Corredor ameaça a torre enquanto as cartas baratas ajudam a voltar a ele e a organizar a defesa. O Canhão chama unidades que miram construções; o Golem de Gelo pode conduzir tropas terrestres; a Mosqueteira precisa sobreviver para responder ao ar e apoiar o próximo ataque.
O erro mais comum é interpretar ciclo rápido como autorização para atacar sem parar. Se o adversário lançou uma ameaça pesada e você gastou o Canhão para acelerar o ciclo, talvez falte justamente a carta que seguraria o avanço. Conte o que você precisa ter disponível antes de mandar o próximo Corredor.
Uma pressão simples pode ser melhor que Corredor acompanhado de todas as cartas baratas. Use o suporte quando ele resolve a defesa que o rival está mostrando. No dobro de elixir, acompanhe a rotação da construção adversária: a janela nasce da ordem das cartas, não apenas da velocidade com que você toca na tela.
Sem O Tronco? Zap mantém o custo de 2, mas não reproduz o alcance, o empurrão e a limpeza terrestre do Tronco. Flechas cobrem outra área e elevam a média para 2,8. Em qualquer caso, revise sua resposta a Barril de Goblins e tropas pequenas; uma substituição muda os confrontos.
3. Morteiro com Cavaleiro: ganhar espaço sem atacar às cegas
Cartas: Morteiro, Cavaleiro, Arqueiras, Goblins Lanceiros, Servos, Esqueletos, Bola de Fogo e Flechas. Média: 2,9.
O Morteiro é sua condição de vitória e também pode participar da defesa. Cavaleiro protege o centro, Arqueiras e Servos atacam pelo ar, enquanto as tropas leves ajudam a distrair e a voltar às respostas. É uma lista que exige reconhecer quando a construção terá tempo para trabalhar.
Não é obrigatório jogar todo Morteiro de forma ofensiva. Se há um ataque grande chegando, controlar o avanço pode valer mais que buscar dano na torre naquele instante. Depois de defender, veja se o adversário gastou a unidade que costuma alcançar seu Morteiro. Esse gasto pode abrir uma oportunidade de pressão.
O cuidado principal: proteger uma construção que já está condenada pode transformar uma perda pequena em uma troca ruim de elixir. Se o rival investiu muito para removê-la, compare o custo de insistir com a opção de defender barato e preparar outra rotação. Observe ainda o alcance mínimo do Morteiro antes de confiar nele contra uma tropa próxima.
Substituições: trocar Arqueiras por Mosqueteira eleva a média para 3,0 e muda a distribuição da defesa. A escolha depende dos níveis e do suporte aéreo que você consegue manter. Não retire o Morteiro por uma construção puramente defensiva sem acrescentar outra condição de vitória.

4. Log Bait clássico: aproveitar o feitiço que saiu da mão
Cartas: Cavaleiro, Barril de Goblins, Princesa, Goblins, Torre Inferno, Foguete, Espírito de Gelo e O Tronco. Média: 3,1.
Princesa, Goblins e Barril pressionam as respostas do rival. Seu objetivo é descobrir qual feitiço ele usa para limpar o Barril e como chega de novo a essa carta. A Torre Inferno segura alvos resistentes; Cavaleiro protege as unidades frágeis; Foguete oferece uma opção de dano com custo alto.
Depois que o adversário usa o feitiço principal, você pode tentar o Barril enquanto essa resposta está fora de rotação. Mas confirme se ele possui uma segunda solução. Um deck com dois feitiços não abre a mesma janela de outro que depende de apenas um.
Guardar a Princesa longe da torre reduz a chance de perder ambos para o mesmo ataque. O Foguete, por sua vez, deve ser calculado: gastar seis de elixir apenas para dar dano quando falta defesa pode entregar a partida. No fim, confira o dano exibido no seu nível antes de concluir que duas rotações bastam.
Sem as lendárias? Goblin com Dardo pode substituir a Princesa e Zap pode entrar no lugar do Tronco sem mudar a média. Essa versão perde alcance e altera respostas importantes. É uma adaptação de coleção, não uma cópia equivalente do comportamento original.
Como treinar e melhorar sem gastar em quatro decks
Escolha uma lista e anote o que encerrou suas últimas derrotas: falta de resposta ao ar, condição de vitória sem conexão, tropa fora de rotação ou carta abaixo do nível dos adversários. A primeira solução não precisa ser uma compra. Às vezes você gastou cedo a única resposta que deveria guardar.
Troque uma carta por vez. Isso permite perceber se a mudança corrigiu o problema ou criou outro. Priorize a condição de vitória e as respostas que você usa em muitos confrontos; mantenha uma reserva de recursos antes de seguir qualquer tendência de uma temporada.
Para comparar com as versões mais recentes usadas no ranqueado, veja os melhores decks de Clash Royale. O balanceamento de outubro explica mudanças que podem afetar suas interações. O desempenho de uma lista com evoluções e heróis não deve ser atribuído automaticamente à sua versão comum.
Perguntas frequentes
É possível jogar sem evolução e herói?
Sim, você consegue montar um deck com oito cartas normais. Isso não elimina a vantagem que versões especiais podem oferecer em determinados confrontos. Nível das cartas, escolhas e execução continuam relevantes.
Qual é o melhor para começar?
Entre estas sugestões, Gigante com Mini P.E.K.K.A oferece uma ideia direta de defesa e contra-ataque. Ainda assim, escolha a lista para a qual você já tem as oito cartas e níveis adequados.
Devo gastar para completar todas as listas?
Não. Uma lista bem treinada tende a aproveitar melhor os recursos de uma conta em progressão. Use as demais como comparação de estilo e de funções.
Fontes e atualização
Apuração em 10 de outubro de 2026, com documentação e notas oficiais. As recomendações de estratégia são análise editorial; exemplos de decisões são ilustrativos.

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